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Ford integra a First Movers Coalition

30/05/2022 | Automóvel

DEARBORN, Michigan (EUA), 25 de maio de 2022 – A Ford Motor Company anunciou hoje que vai aderir à First Movers Coalition, uma iniciativa global que visa o aproveitamento do poder de compra e das cadeias de fornecimento para criar mercados precoces para tecnologias inovadoras de energias limpas. A Ford fabrica mais veículos nos EUA e emprega mais trabalhadores à hora na América do que qualquer outro fabricante de automóveis.

"A Ford conta com um forte historial de estreias em termos de sustentabilidade automóvel, desde ser o único fabricante de automóveis americano, com uma gama completa, ao lado da Califórnia, apoiando padrões de emissões de veículos mais fortes, até ser o primeiro fabricante de automóveis a aderir ao ‘Better Climate Challenge’ do Departamento de Energia e comprometer-se em reduzir as suas emissões de produção no início deste ano. Agora, como parte da First Movers Coalition, estamos a direcionar o impacto ambiental da nossa cadeia de fornecimento investindo em aço e alumínio verdes", afirmou o Diretor de Assuntos Governamentais da Ford, Chris Smith. "Em conjunto, esta coligação tem o potencial de construir o futuro do transporte de zero emissões simultaneamente bom para as pessoas e para o planeta, e também bom para o negócio."

Mais de 50 empresas, dos cinco continentes e que, no seu conjunto, representam um valor de mercado de cerca de 8,5 biliões de dólares, integram a coligação, enviando um poderoso sinal ao mercado para comercializar tecnologias neutras em carbono. Pelo seu lado, a Ford compromete-se a adquirir pelo menos 10 por cento de aço e alumínio com níveis de carbono quase neutros em termos de intensidade, até 2030. A companhia está a trabalhar para alcançar a neutralidade carbónica a nível global em todos os seus veículos, operações e cadeia de abastecimento, o mais tardar em 2050, fazendo-se suportar por metas intermédias que, baseadas na ciência, poderá cumprir até 2035.

"Reduzir as emissões a um nível zero líquido até 2050 é possível se investirmos nas tecnologias certas e as colocarmos à escala na próxima década", disse a Diretora da Cadeia de Abastecimento de Sustentabilidade, Sue Slaughter. "Ao juntar-se à First Movers Coalition, a Ford está a dizer ao mercado que quer trabalhar em conjunto na criação de aço e alumínio verdes, comercialmente viáveis. A intenção e significado do nosso compromisso de hoje tem o potencial de ajudar a construir uma economia líquida zero."  

Para competir e vencer numa nova era de veículos elétricos e conectados, a Ford planeia investir mais de 50 mil milhões de dólares a nível global, de 2022 a 2026, para desenvolver veículos elétricos e as baterias que os alimentam. Estes investimentos irão criar novos postos de trabalho e construir uma cadeia de abastecimento que sublinha o empenho de sustentabilidade e direitos humanos da Ford.

A Ford já recicla um máximo de nove mil toneladas de alumínio todos os meses nas suas instalações de Dearborn Stamping, Kentucky Truck e Buffalo Stamping. A produção de alumínio reciclado apenas requer cerca de cinco por cento da energia necessária para produzir alumínio novo, de acordo com a Aluminum Association.

Liderada pelo Fórum Económico Mundial e pelo Governo dos EUA, a First Movers Coalition tem como alvos os sectores do alumínio, aviação, produtos químicos, betão, transporte marítimo, aço e camionagem, responsáveis por 30 por cento das emissões globais, proporção que deverá subir para mais de 50 por cento até meados do século, caso não se registem progressos urgentes nas inovações tecnológicas limpas. De acordo com o Fórum Económico Mundial, o alumínio representa 2 por cento das emissões globais.

Na 26ª edição da Conferência das Partes (COP) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (United Nations Framework Convention on Climate Change), a Ford aderiu à RouteZero, uma coligação global que visa conter o aquecimento global, trabalhando para que as vendas de todos os automóveis de passageiros e veículos comerciais novos tenham emissões zero até 2040 a um nível global e o mais tardar em 2035 nos principais mercados. No que se refere à Europa, a companhia anunciou em março último que visa alcançar as zero emissões em todas as vendas de veículos na região e uma neutralidade carbónica ao longo de toda a pegada europeia de instalações, logística e fornecedores da Ford até 2035.

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O recurso a esta entidade apenas se aplica aos casos de arbitragem necessária previstos pelo artigo 14.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho - Lei de Defesa do Consumidor- na redação dada pela Lei n.º 63/2019, de 16 de agosto.